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Cracha de botão da 1CCP | 1ª Companhia Caçadores Paraquedistas - BCP31
Cracha de botão da 1CCP | 1ª Companhia Caçadores Paraquedistas - BCP31
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Crachá de peito com simbolos em 3D pertence à 1.ª Companhia de Caçadores Pára-quedistas (1.ª CCP), uma subunidade de combate que integrou o histórico Batalhão de Caçadores Pára-quedistas 31 (BCP 31) das Forças Armadas Portuguesas. É uma peça com bastante interesse no âmbito da militaria portuguesa e do colecionismo de artigos da Guerra do Ultramar.
Heráldica do Distintivo:
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Lema: "VINCERE EST VELLE" (Vencer é Querer).
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Simbologia: A composição exibe o paraquedas branco (símbolo identificativo das tropas aerotransportadas), sobreposto por uma espada dourada vertical (representando o combate terrestre) e um capacete clássico (evocando a herança e bravura guerreiras).
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Cores e Estrutura: O esmalte vermelho (goles) ao fundo simboliza tradicionalmente o ardor bélico, a força e o espírito de sacrifício. O suporte inferior, assemelhando-se a pele preta com um orifício superior para fixação, indica que era um crachá de bolso (suspensório), utilizado habitualmente nos uniformes de passeio ou de guarnição.
História Resumida (1.ª CCP e o BCP 31)
O Batalhão de Caçadores Pára-quedistas 31 (BCP 31), cujo lema era "Honra-se a Pátria de Tal Gente", foi criado especificamente para atuar em Moçambique. Embora a portaria da sua criação date de 1961, o Batalhão iniciou oficialmente a sua atividade plena no terreno em março de 1964.
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Teatro de Operações: O BCP 31 ficou sediado na cidade da Beira e operava sob a dependência da 3.ª Região Aérea (recorde-se que, durante este período, as tropas paraquedistas pertenciam à Força Aérea Portuguesa e só mais tarde transitaram para o Exército).
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Ação da 1.ª Companhia: Como ponta de lança do BCP 31, a 1.ª CCP esteve ativamente envolvida no esforço de guerra em Moçambique. O seu perfil era o de uma força de intervenção rápida. Os seus militares realizaram inúmeras missões de contraguerrilha, golpes de mão, patrulhamentos de longo raio de ação e assaltos heli-transportados, particularmente nas zonas de maior exigência tática no norte e nordeste de Moçambique, como os distritos de Cabo Delgado e Niassa.
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Legado Operacional: A 1.ª CCP notabilizou-se pela sua forte coesão e eficácia no terreno. O esforço exigido à companhia saldou-se em intensos combates, resultando em inúmeras baixas, mas também na atribuição de altas condecorações militares (Medalhas de Valor Militar, Cruzes de Guerra e Serviços Distintos) a muitos dos seus militares, bem como louvores coletivos.
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